Conheça o básico sobre media training para pequenas e médias empresas

Como se preparar para uma entrevista e conseguir comunicar o que você realmente quer.

Bomba, bomba: você acabou de ser selecionado para uma matéria que falará um pouco sobre business. A história que você falar sobre a sua marca vai te expor para uma nova audiência e ampliar a visibilidade da sua empresa.

E assim como a felicidade pela oportunidade, também vem uma tonelada de ansiedade agora que você precisa fazer a entrevista. 

Eu entendo, de verdade – jornalistas podem ser extremamente assustadores. Além disso, essa ação  é uma oportunidade de conseguir novos clientes, aumentar suas vendas e ainda sua autoridade. Você quer ter certeza que está usando as palavras certas nos momentos corretos. 

Você deve se questionar: como tantos empresários são tão bons com anúncios e entrevistas? Como consigo superá-los?

Mantenha a calma

Respire fundo e tenha calma. O sucesso de uma entrevista tem a ver com preparação e  prática. É normal ficar nervoso antes de um compromisso como este. Aqui, citarei algumas estratégias que podem ajudar a comunicar o que você realmente quer falar. Com alguns conhecimentos prévios, com certeza terá uma entrevista mais assertiva e produtiva.

Pense em tudo!

Primeiro de tudo: alinhe-se com os acontecimentos do mundo e como sua empresa encontra-se no momento. Quais serão os resultados que essa exposição trará? A partir dessa resposta, escolha a mensagem que você quer passar.

Todas as entrevistas têm, naturalmente, espaços para que você possa falar exatamente o que está na sua agenda de comunicação. Além disso, deve-se seguir dois objetivos básicos:

  • Contribuir com o jornalista e suas necessidades para a história que ele quer contar
  • Falar sobre a sua empresa

Os objetivos têm que ser equilibrados. Se você não falar a história direito, talvez ela nem seja noticiada, mas se você não defender e falar da sua empresa, a razão de você ter sido a pessoa escolhida para contar a história é perdida.

Pesquise

Procure com quem você vai conversar, estude a linha de conteúdo e o tom de voz do repórter. Você quer saber o mínimo do que eles pensam e seus interesses. Também não é um problema perguntar para os produtores da entrevista se já foram abordados assuntos semelhantes no passado e perguntar mais detalhadamente o que eles realmente querem discutir contigo.

Também é importante relevar quem está do outro lado da linha – e que vai receber essa história. O que eles querem ouvir?

Identifique três mensagens que você quer levar

Com essa pesquisa na cabeça, é hora de identificar o que você realmente quer comunicar durante a entrevista e o que você não quer falar durante a entrevista. 

Anote e memorize todos estes pontos e, mais importante, comunique somente o que você já havia pensado em falar. 

Treino

O único motivo para alguém soar natural numa entrevista é o treino: fazer uma lista de possíveis questões, se trancar no quarto e praticar as respostas. É literalmente um treino de músculos para que as palavras soem corretamente e mais seguras.

A hora é agora!

Durante a entrevista

Você se preparou e agora é hora de arrebentar na entrevista. 

Ao invés de tentar se lembrar de tudo, foque em conseguir passar a mensagem correta. Você já se preparou, sabe o que tem que ser dito e como deve ser falado.

  1. Estabeleça quem é você e quem é a empresa a nível de perspectiva introdutória. Apesar da pergunta do jornalista, comece com este contexto. Isso garante que a mídia e o repórter entenda quem é você e a empresa. Não deixe que essa interpretação fique para eles. 
  2. Tenha calma, responda perguntas e fale da sua história. Lembre-se que você se preparou e está no controle da entrevista – eles te perguntam e você já saberá a resposta. 

Se a entrevista for online ou por telefone, mantenha as suas anotações próximas. Você não quer ler as anotações, mas com certeza elas o ajudarão a encontrar algum  território conhecido durante uma resposta. 

Durante a entrevista você pode perceber que conseguiu comunicar muito do que queria, mas caso não tenha conseguido, não perca a oportunidade e comente com o jornalista: “Ah, só mais uma coisinha..”, ou, se necessário, envie um e-mail para a emissora. 

  1. Durante a entrevista, anote tudo o que achar relevante: um comentário, uma pessoa comentada, uma outra entrevista que você foi convidado… 

Ao encontrar obstáculos durante uma entrevista, pode ser fácil perder a linha de raciocínio como, por exemplo,  com alguma pergunta difícil do repórter.

Lembre-se: você pode responder a uma pergunta sem chegar na resposta quista pelo repórter. 

Algumas dicas para tal são:

  • Não tenha medo de ganhar tempo, está tudo bem pensar para responder algo. Falar que é uma boa pergunta é um bom exemplo de como ganhar alguns segundos pensando.
  • Se você não tiver a informação adequada, não é um problema dizer que confirmará e enviará diretamente para a pessoa. 
  • Ainda, em último caso, se não quiser responder uma questão: não responda! Você pode falar diretamente, por exemplo: “não comentamos sobre questões financeiras” ou ainda levar a resposta para um campo que você se sinta mais à vontade. 
  • Evite o termo “sem comentários” ou  “eu não sei”. Isso passa uma mensagem muito ruim. Se necessário, utilize “Não tenho certeza”. 

Depois da entrevista

Converse com os repórteres, conecte os pontos e ofereça ajuda no que ele precisar para criar a história, complete informações que não conseguiu trazer durante a entrevista, imagens e referências citadas. Se não souber quando será passada a entrevista, é um bom momento de perguntar.

E claro, assista para se auto-avaliar e melhorar para a próxima vez!

Cresça exponencialmente seu business com Growth Hacking

O termo Growth Hacking é geralmente utilizado no sentido de crescer um comércio, negócio ou um business em um ritmo exponencial. Parece o sonho de qualquer empreendedor, correto?

O problema é que geralmente os empresários esquecem alguns pontos críticos e importantes antes de crescer exponencialmente.

E o resultado que nos alarma é que observamos situações em que se acaba investindo dinheiro abundante, pulando etapas importantes e sem controle de recursos, mudando de estratégia antes de ser possível verificar a funcionalidade dela.

Etapas críticas para o sucesso de um bom Growth Hacking

Então como se cresce exponencialmente, seguindo as etapas importantes e críticas para o sucesso de estratégias que hackeiam os sistemas? Sean Ellis, da Startup Growth Pyramid e o inventor do termo, pensou deste modo para ilustrar as etapas mais importantes desta metodologia:

Começaremos falando pela base da pirâmide: encontre onde que seu produto encaixa dentro de um mercado, aprenda a falar e comunicar sobre seus valores e sua cultura. Se você não encontrar ninguém que se importe com seu produto, não há hacks e nem estratégias que possam alavancar suas vendas. Mesmo que o produto seja de graça, se não encontrar onde ele se encaixa e onde o consumidor está, ninguém vai o querer.

Conteúdo relevante para entender
como grandes empresas cresceram
com marketing.

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No meio da pirâmide, com o fim de fazer um backlog de ideias, é feito uma análise métrica dos canais já trabalhados a partir de uma linha editorial, garantindo o cruzamento dos valores da empresa, são criadas e desenvolvidas hipóteses de campanhas, ações e de seus canais de divulgação, é estudada a resposta do público e possíveis respostas da empresa e, por fim, outras possibilidades de comercialização do seu produto.

Anteriormente comentei sobre qual a ligação da cultura com o marketing, entretanto, compreendemos que um business não funciona como um hipotético Bar do João, onde as pessoas vão porque gostam de como João leva seu comércio, cozinha seus pratos típicos e como instrui o seu único funcionário a atender clientes.

Dentro de um business que esteja alinhado com a metodologia de Growth Hacking, é interessante que você teste os valores e a cultura. Caso contrário, como você vai saber o melhor valor para ele?

Os testes devem ser constantes

Para hackear os sistemas e ter um crescimento exponencial, é necessário somar mentes brilhantes de diferentes areas para multiplicar o conhecimento: tecnologia, marketing, análise de informações, design e experiência de produto.

É importante compreender como funciona seu funil de vendas completamente, onde o seu potencial consumidor está e entender como impactar no momento correto, com a experiência correta.

Os impulsionamentos em displays de medias devem ser calculados e analisados metodologicamente e com criatividade. Assim, você garante o sucesso do crescimento exponencial que o Growth Hacking propõe.

Growth Marketing é sinônimo de crescimento seguro, conciso e exponencial.

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Possibilidades do Comércio Digital em 2020

Que a atual situação trouxe mudanças nas interações comerciais é bastante claro: o faturamento em e-commerces subiu 42% durante a pandemia, se comparado ao período anterior.

Já a Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) calcula que o comércio digital aumentou em cerca de quatro milhões de novos clientes, criando a necessidade de se destacar diante dos concorrentes.

Além do senso comum

Apesar de relacionarmos o comércio digital apenas a uma loja dentro do site, o que possibilita uma série de estratégias e personalizações, hoje vivemos a ascensão dos marketplaces — um shopping virtual que centraliza lojas dos mais diversos segmentos.

Outras ferramentas, como o Instagram Compras e o Facebook Marketplace, aproximaram os consumidores das marcas e ganharam o título de comércios digitais.

Estratégias x Nichos

Você precisa saber qual a melhor estratégia para seu segmento.

Se para o segmento fashion o Instagram é um prato cheio para engajamento e conversão, para ampliar o networking de um consultor de empresas a yala.agency lançou mão de estratégias de marketing de posicionamento via LinkedIn.

Marketing de influência

Outra realidade em 2020 é o uso de influenciadores para divulgação de marcas e produtos. O Instituto de Pesquisa Qualibest aponta que 73% dos brasileiros já compraram algo porque foram digitalmente influenciados.

Em 2015, o Google já previa que as regras do jogo de compra mudariam. Antes, o processo de decisão de compra era pautado pelo deslocamento até a loja física, onde o consumidor poderia tirar eventuais dúvidas e, finalmente, fechar negócio. Hoje, você provavelmente já passou inúmeras horas pesquisando e lendo reviews em blogs, fóruns ou canais de YouTube sobre determinado produto… ou, ainda, foi assertivamente influenciado por campanhas de marketing direcionadas àqueles que estão mais próximos de uma conversão — os entusiastas.

Atenção!

Ainda que possamos observar um cenário repleto de possibilidades, é importante ressaltar que somente 5% do varejo brasileiro está na internet.

O momento pede inteligência. É hora de pensar na melhor estratégia digital para o seu projeto.

Aqui na yala.agency nós podemos te ajudar. Bata um papo com um de nossos especialistas e descubra como vender mais na internet.

Como vender mais entendendo a cultura da sua empresa

A ideia de cultura sempre é construída e moldada conforme as visões políticas de sua época, intrínseca com as chaves do poder. Estas que podem abrir portas para a humanização, para a liberdade e para o diálogo. Consequentemente, também possuem em si situações de controle de massas e de intolerância à povos.

É poderosa. Não se limita apenas a apresentações artísticas, textos, danças, quadros ou estilos de vida. É a fusão de todos estes elementos que determinam um conjunto de comportamentos. E é daí que vêm o mérito de investimentos públicos e privados para potencializar determinadas ações.

Dentro do marketing, fazemos empresas atraírem consumidores através de ações que demonstrem sua cultura, fazendo estes se identificarem com a marca e as suas raízes. Um exemplo é a Natura, que seus consumidores se sentem parte de uma nobre causa. Clientes sempre procuram consumir de marcas que se identifiquem com as suas raízes culturais. 

Qual a imagem que a sua empresa expressa para os seus consumidores? Um conjunto que inclui sua identidade visual, seu editorial em mídias sociais, a posição dos colaboradores sobre a marca, sua cultura organizacional, notícias na imprensa sobre a empresa ou outras ações, conectam a cultura da empresa para potenciais clientes.

Então, como o marketing da sua empresa deve agir?

Orquestrando e organizando as principais características, fazendo campanhas e ações que sejam capazes de penetrar a lembrança de seu público-alvo como a única opção do segmento em sua mente e até mesmo em seu subconsciente. Isso ocorre através da identificação cultural.

A NuBank, por exemplo, que tem em suas raízes ideológicas um atendimento menos burocrático e mais humano, optaram por uma ação de marketing onde enviam cartas, escritas a mão e com texto bastante afetivo. É tiro e queda com clientes que, culturalmente, estão cansados das burocracias de bancos.

Em alguns momentos, é necessário um reposicionamento cultural. A Havaianas ainda fazia aquele chinelo com tiras azul bebê a palmilha branca quando o mundo já estava em outro momento, com outros gostos culturais. A solução foi criar inúmeros testes de chinelos, assim como campanhas de marketing de posicionamento e triplicaram o valor. Em 1999, apareceram em um desfile do estilista Jean Paul Gaultier. Hoje, possuem escritórios e exportam pro mundo inteiro.

Conseguiu entender que não basta vender um produto ou um serviço? É necessário vender propósitos, ideias, valores e identificação. E é isso que você deve compartilhar para o time de marketing da sua empresa! 🙂