O Impacto das Mídias Sociais

Sabemos que desde o começo da história das mídias sociais  elas procuram fazer com que as pessoas interajam, se conectem, tenham mais informações e realizem um debate cívico de qualidade (nem sempre, rs). 

A premissa é encantadora!

Hoje, são lugares gigantes que hospedam grande parcela da população mundial. Por exemplo, o Facebook, que em 2004 tinha 1 milhão de usuários, hoje conta com quase 1.93 bilhões usuários ativos diariamente. 

Em 2022, pela primeira vez na história, o Facebook teve menos usuários diários em média do que no ano anterior. Portais de mídia especulam que o produto está ficando saturado e ficará estagnado nos próximos anos.

É um ciclo comum na Internet e que já vimos anteriormente: Orkut, MSN, MySpace, ICQ, entre outros…

(Para você que nunca ouviu falar destas marcas, o Orkut chegou a ter dentro de sua plataforma metade da população brasileira que possuía acesso a internet. O barulho de mensagem do ICQ ainda está na cabeça de muitos brasileiros, assim como a chamada de atenção do MSN. Talvez, estes aplicativos tenham ficado no imaginário comum de parcela da população)

Neste texto, iremos investigar o impacto das mídias sociais em diversos cenários e segmentos:

  • Político
  • Sociedade
  • Vendas
  • Trabalho
  • BÔNUS: Desafios das Mídias Sociais

O impacto das mídias sociais em debates políticos

Nós vimos nos últimos anos como o uso das mídias sociais nas eleições tiveram enorme impacto nos resultados, como o exemplo de Trump, nos EUA de 2016 e o de Bolsonaro, no Brasil de 2018. 

A pesquisa do DataSenado de 2019 com 2400 entrevistados, realizada em parceria com as Ouvidorias da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, com o título de “Redes Sociais, Notícias Falsas e Privacidade na Internet”, nos elucida que:

  • 79% dos entrevistados sempre usam o WhatsApp como meio de informação, 14% às vezes utilizam como meio de informação e 6% nunca o utilizam como meio de informação;
  • 50% sempre se informam pela Televisão;
  • 49% sempre se informam pelo YouTube;
  • 44% sempre se informam pelo Facebook;
  • 38% sempre se informam por Sites de Notícias;
  • 30% sempre se informam pelo Instagram;
  • No geral, 83% dos entrevistados acreditam que as redes sociais influenciam muito na opinião das pessoas;
  • 83% das pessoas já identificaram uma notícia falsa nas redes sociais;
  • 82% das pessoas verificam se uma notícia é verdadeira;
  • Nove em cada dez pessoas acreditam que o governo deve fazer campanhas de conscientização sobre notícias falsas e também que as redes sociais devem colocar avisos sobre fake news;
  • Por fim: 45% dos entrevistados afirmaram ter decidido o voto levando em consideração alguma informação vista nas redes sociais. 

Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/12/12/redes-sociais-influenciam-voto-de-45-da-populacao-indica-pesquisa-do-datasenado

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Para as eleições do Brasil de 2022, nós podemos esperar ainda mais força nas redes sociais e mecanismos das ferramentas de transformar a internet num local de debates mais cívicos. Os setores governamentais responsáveis por manter uma eleição limpa e democrática já estão se movimentando para este caminho.

O impacto das mídias sociais na sociedade

Estima-se que o Facebook possui 150 milhões de brasileiros cadastrados – o equivalente a aproximadamente 70% de toda a população – e aqui, estamos referindo apenas ao público do Facebook e não de todas as outras redes sociais existentes.

Graças a internet, cada pessoa pode ganhar inúmeras visualizações no que publica – com chances de viralizar e ganhar seus 15 segundos ou anos de fama. Isso ocorre através de memes, vídeos engraçados,  publicações e outros milhares de formatos e formas para se comunicar virtualmente.

Sem as mídias sociais, provavelmente o mundo estaria muito menos interconectado e possivelmente questões ambientais, sociais e éticas teriam uma mínima visibilidade na sociedade. A atenção que esses temas ganharam nas redes sociais balanceiam o poder que estava na mão de poucas pessoas para muitas.

O outro lado da moeda: slacktivism.

Ou sofativismo, no português.

Apesar do termo ser cunhado em 1995, com uma conotação positiva, hoje é utilizado de maneira depreciativa para designar ações ativistas digitais que na prática, tem pouca efetividade e serve apenas para ganhar engajamento, ter uma identidade positiva ou aliviar sua própria consciência.

Entretanto, há resultados claros onde o sofativismo tem efeitos positivos para a sociedade, como em casos de arrecadação para caridade e em desastres naturais. 

Ainda, há críticos que questionam se o sofativismo não diminui a participação da sociedade em formas mais ativas e eficazes de ativismo, argumentando que o suporte que essas pessoas prestam não passa de um like ou compartilhamento, e que causa uma falsa sensação de grande quantidade de pessoas efetivamente ajudando a causa.

Acreditamos que uma boa balança entre realizar o ativismo tradicional, “colocando a mão na massa”, juntamente com manifestar suas opiniões no ambiente virtual, provocando um debate para a sociedade, é o melhor caminho para o futuro. 

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Mídias sociais e o impacto em vendas

Durante a pandemia muitas empresas conseguiram se reinventar através das mídias digitais e perceberam a importância de utilizá-las para melhorar a conexão com clientes e criar novas vendas.

Além disso, também compreenderam que podem usar o mundo digital para entender melhor os seus consumidores, estimular a demanda de produtos específicos e criar anúncios com públicos muito bem definidos. Essas são funções importantes no mundo das vendas offline e para os e-commerces não é diferente. 

Há diversos estudos que indicam que empresas que utilizam as mídias sociais em seu favor tiveram um enorme crescimento, quando planejado e com conhecimento especializado. 

O outro lado da moeda: um número baixo de likes e compartilhamentos podem ser uma prova social negativa e atrapalhar a credibilidade.

Assim como ver uma marca com muitos seguidores utilizando os produtos da empresa e com estratégias de revenda traz credibilidade digital, o mundo inverso é um perigo. Empresas que não conseguiram se estabelecer nas mídias digitais tiveram problemas.

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Mídias Sociais e o impacto nos empregos

Os canais digitais se transformaram num excelente meio para conhecer profissionais capacitados e de todo o país. Muitos dos gestores de contratação acabam avaliando as mídias sociais do candidato para avaliar se deve ou não contratá-lo. 

O Facebook e o LinkedIn possuem excelentes ferramentas para encontrar funcionários e vagas que se encaixam perfeitamente com o perfil necessário. 

BÔNUS: Os desafios das Redes Sociais

Twitch. Quora. Google My Business. Clubhouse.

São tantas novas mídias sociais que têm sido lançadas nos últimos anos que ninguém consegue compreender completamente a função de todas. E isso que não estamos falando das atualizações das mídias sociais “tradicionais”, como o Facebook, o Instagram e o Twitter.

O HubSpot realizou uma pesquisa das tendências das mídias sociais de 2022 e o estudo conclui que os 5 maiores desafios que as empresas estão encontrando nesta área são:

  • Determinar em que canal a sua marca deve realizar ações e campanhas;
  • Criar conteúdo de impacto e de engajamento;
  • Achar novas ideias para conteúdo;
  • Mensurar o retorno dos investimentos;
  • Criar conteúdos que gerem leads para a empresa;

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E pra você? Qual é o maior benefício das mídias digitais na sua vida?

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Quanto minha empresa deve investir em marketing?

Se você chegou até aqui, provavelmente já sabe que precisa investir uma parte do seu faturamento para o marketing da sua empresa, mas, qual o valor ideal para este investimento em marketing?

Neste artigo vamos te ajudar a responder qual a porcentagem de investimento necessário no seu marketing, a partir do seu faturamento e onde alocar o dinheiro investido. 

Saiba que não existe uma resposta igual para todos os tipos de negócios! Cada cenário comercial tem o seu faturamento, suas peculiaridades e objetivos.

Este artigo é atualizado semestralmente! 

Qual o seu segmento de mercado?

Em suma, valor de investimento em marketing deve ser uma porcentagem do valor do seu produto. 

Para responder esta pergunta, utilizaremos o estudo realizado pela Gartner CMO Survey 2021 qual realizou pesquisa com líderes de marketing de empresas americanas dos mais variados segmentos do mercado chegou na média de 13,95% da renda das empresas. Para o setor de B2B essa média fica nos 9,3% e para o B2C essa média chega nos 18,6%. 

Investimento a partir do faturamento de empresas B2B e B2C segundo a CMO Survey 2021


É importante ressaltar que este valor representa a quantidade total de investimento em marketing, não somente anúncios ou mídia paga.

Esses gastos incluem, por exemplo: os profissionais da equipe de marketing, a central de relacionamento com os clientes, investimentos em agências especializadas, assim como os custos de mídias pagas e de anúncio publicitários. 

Por segmento de mercado, quais alocam mais parte do seu faturamento para marketing? 

Os bens de consumo embalados (24%) lideram a tabela, seguido pelos Serviços no Geral (15%) e Softwares de Tecnologia/Biotecnologia (15%). A lista finaliza com o setor de Energia (4%).

Budget de Marketing por segmento de mercado, segundo a CMO Survey 2021

Para onde deve ir meu investimento em Marketing?

A mesma pesquisa perguntou para os entrevistados onde as suas empresas colocavam os seus investimentos. Confira o infográfico.

Onde as empresas alocam os seus investimentos em marketing, segundo a CMO Survey 2021

Quanto à priorização de onde deve ir o investimento de marketing, foi feita a pergunta de quanto do total de investimento que você investe em marketing, quanto vai para cada um desses canais e o resultado que chamou a atenção foi de que 72.2% do valor investido foram destinados em marketing digital!

Alocação de investimento de marketing por canal, segundo a CMO Survey 2021

Conclusões

Obviamente sabemos que cada cenário é um cenário.

Você deve calcular em cima dessas porcentagens apresentadas levando em consideração a sua taxa de lucro, o quanto custa para fabricar, o retorno do seu marketing, se a empresa é focada em vendas virtuais ou se é no offline. Acreditamos que as empresas não devem ter medo de investir em marketing quando o seu planejamento e objetivos estão claros

  • Empresas de B2B investem em marketing em torno de 8% a 10% do seu faturamento.
  • Empresas de B2C o investimento em marketing varia entre 10% e 19%. 
  • Se você é uma empresa focada em comercialização através da internet, a sua taxa de investimento em marketing tende a ser maior. 
  • O marketing não deve ter sido visto como gasto e sim como fonte de novas vendas. Se você prefere investimentos em marketing mais conservadores, fique em torno dos 5%.

Fontes: Gartner, Deloitte CMO Survey 2021. 

Você pode acessar a pesquisa completa da Gartner CMO Deloitte Survey 2021 clicando aqui. 

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Conheça o básico sobre media training para pequenas e médias empresas

Como se preparar para uma entrevista e conseguir comunicar o que você realmente quer.

Bomba, bomba: você acabou de ser selecionado para uma matéria que falará um pouco sobre business. A história que você falar sobre a sua marca vai te expor para uma nova audiência e ampliar a visibilidade da sua empresa.

E assim como a felicidade pela oportunidade, também vem uma tonelada de ansiedade agora que você precisa fazer a entrevista. 

Eu entendo, de verdade – jornalistas podem ser extremamente assustadores. Além disso, essa ação  é uma oportunidade de conseguir novos clientes, aumentar suas vendas e ainda sua autoridade. Você quer ter certeza que está usando as palavras certas nos momentos corretos. 

Você deve se questionar: como tantos empresários são tão bons com anúncios e entrevistas? Como consigo superá-los?

Mantenha a calma

Respire fundo e tenha calma. O sucesso de uma entrevista tem a ver com preparação e  prática. É normal ficar nervoso antes de um compromisso como este. Aqui, citarei algumas estratégias que podem ajudar a comunicar o que você realmente quer falar. Com alguns conhecimentos prévios, com certeza terá uma entrevista mais assertiva e produtiva.

Pense em tudo!

Primeiro de tudo: alinhe-se com os acontecimentos do mundo e como sua empresa encontra-se no momento. Quais serão os resultados que essa exposição trará? A partir dessa resposta, escolha a mensagem que você quer passar.

Todas as entrevistas têm, naturalmente, espaços para que você possa falar exatamente o que está na sua agenda de comunicação. Além disso, deve-se seguir dois objetivos básicos:

  • Contribuir com o jornalista e suas necessidades para a história que ele quer contar
  • Falar sobre a sua empresa

Os objetivos têm que ser equilibrados. Se você não falar a história direito, talvez ela nem seja noticiada, mas se você não defender e falar da sua empresa, a razão de você ter sido a pessoa escolhida para contar a história é perdida.

Pesquise

Procure com quem você vai conversar, estude a linha de conteúdo e o tom de voz do repórter. Você quer saber o mínimo do que eles pensam e seus interesses. Também não é um problema perguntar para os produtores da entrevista se já foram abordados assuntos semelhantes no passado e perguntar mais detalhadamente o que eles realmente querem discutir contigo.

Também é importante relevar quem está do outro lado da linha – e que vai receber essa história. O que eles querem ouvir?

Identifique três mensagens que você quer levar

Com essa pesquisa na cabeça, é hora de identificar o que você realmente quer comunicar durante a entrevista e o que você não quer falar durante a entrevista. 

Anote e memorize todos estes pontos e, mais importante, comunique somente o que você já havia pensado em falar. 

Treino

O único motivo para alguém soar natural numa entrevista é o treino: fazer uma lista de possíveis questões, se trancar no quarto e praticar as respostas. É literalmente um treino de músculos para que as palavras soem corretamente e mais seguras.

A hora é agora!

Durante a entrevista

Você se preparou e agora é hora de arrebentar na entrevista. 

Ao invés de tentar se lembrar de tudo, foque em conseguir passar a mensagem correta. Você já se preparou, sabe o que tem que ser dito e como deve ser falado.

  1. Estabeleça quem é você e quem é a empresa a nível de perspectiva introdutória. Apesar da pergunta do jornalista, comece com este contexto. Isso garante que a mídia e o repórter entenda quem é você e a empresa. Não deixe que essa interpretação fique para eles. 
  2. Tenha calma, responda perguntas e fale da sua história. Lembre-se que você se preparou e está no controle da entrevista – eles te perguntam e você já saberá a resposta. 

Se a entrevista for online ou por telefone, mantenha as suas anotações próximas. Você não quer ler as anotações, mas com certeza elas o ajudarão a encontrar algum  território conhecido durante uma resposta. 

Durante a entrevista você pode perceber que conseguiu comunicar muito do que queria, mas caso não tenha conseguido, não perca a oportunidade e comente com o jornalista: “Ah, só mais uma coisinha..”, ou, se necessário, envie um e-mail para a emissora. 

  1. Durante a entrevista, anote tudo o que achar relevante: um comentário, uma pessoa comentada, uma outra entrevista que você foi convidado… 

Ao encontrar obstáculos durante uma entrevista, pode ser fácil perder a linha de raciocínio como, por exemplo,  com alguma pergunta difícil do repórter.

Lembre-se: você pode responder a uma pergunta sem chegar na resposta quista pelo repórter. 

Algumas dicas para tal são:

  • Não tenha medo de ganhar tempo, está tudo bem pensar para responder algo. Falar que é uma boa pergunta é um bom exemplo de como ganhar alguns segundos pensando.
  • Se você não tiver a informação adequada, não é um problema dizer que confirmará e enviará diretamente para a pessoa. 
  • Ainda, em último caso, se não quiser responder uma questão: não responda! Você pode falar diretamente, por exemplo: “não comentamos sobre questões financeiras” ou ainda levar a resposta para um campo que você se sinta mais à vontade. 
  • Evite o termo “sem comentários” ou  “eu não sei”. Isso passa uma mensagem muito ruim. Se necessário, utilize “Não tenho certeza”. 

Depois da entrevista

Converse com os repórteres, conecte os pontos e ofereça ajuda no que ele precisar para criar a história, complete informações que não conseguiu trazer durante a entrevista, imagens e referências citadas. Se não souber quando será passada a entrevista, é um bom momento de perguntar.

E claro, assista para se auto-avaliar e melhorar para a próxima vez!

Cresça exponencialmente seu business com Growth Hacking

O termo Growth Hacking é geralmente utilizado no sentido de crescer um comércio, negócio ou um business em um ritmo exponencial. Parece o sonho de qualquer empreendedor, correto?

O problema é que geralmente os empresários esquecem alguns pontos críticos e importantes antes de crescer exponencialmente.

E o resultado que nos alarma é que observamos situações em que se acaba investindo dinheiro abundante, pulando etapas importantes e sem controle de recursos, mudando de estratégia antes de ser possível verificar a funcionalidade dela.

Etapas críticas para o sucesso de um bom Growth Hacking

Então como se cresce exponencialmente, seguindo as etapas importantes e críticas para o sucesso de estratégias que hackeiam os sistemas? Sean Ellis, da Startup Growth Pyramid e o inventor do termo, pensou deste modo para ilustrar as etapas mais importantes desta metodologia:

Começaremos falando pela base da pirâmide: encontre onde que seu produto encaixa dentro de um mercado, aprenda a falar e comunicar sobre seus valores e sua cultura. Se você não encontrar ninguém que se importe com seu produto, não há hacks e nem estratégias que possam alavancar suas vendas. Mesmo que o produto seja de graça, se não encontrar onde ele se encaixa e onde o consumidor está, ninguém vai o querer.

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No meio da pirâmide, com o fim de fazer um backlog de ideias, é feito uma análise métrica dos canais já trabalhados a partir de uma linha editorial, garantindo o cruzamento dos valores da empresa, são criadas e desenvolvidas hipóteses de campanhas, ações e de seus canais de divulgação, é estudada a resposta do público e possíveis respostas da empresa e, por fim, outras possibilidades de comercialização do seu produto.

Anteriormente comentei sobre qual a ligação da cultura com o marketing, entretanto, compreendemos que um business não funciona como um hipotético Bar do João, onde as pessoas vão porque gostam de como João leva seu comércio, cozinha seus pratos típicos e como instrui o seu único funcionário a atender clientes.

Dentro de um business que esteja alinhado com a metodologia de Growth Hacking, é interessante que você teste os valores e a cultura. Caso contrário, como você vai saber o melhor valor para ele?

Os testes devem ser constantes

Para hackear os sistemas e ter um crescimento exponencial, é necessário somar mentes brilhantes de diferentes areas para multiplicar o conhecimento: tecnologia, marketing, análise de informações, design e experiência de produto.

É importante compreender como funciona seu funil de vendas completamente, onde o seu potencial consumidor está e entender como impactar no momento correto, com a experiência correta.

Os impulsionamentos em displays de medias devem ser calculados e analisados metodologicamente e com criatividade. Assim, você garante o sucesso do crescimento exponencial que o Growth Hacking propõe.

Growth Marketing é sinônimo de crescimento seguro, conciso e exponencial.

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Possibilidades do Comércio Digital em 2020

Que a atual situação trouxe mudanças nas interações comerciais é bastante claro: o faturamento em e-commerces subiu 42% durante a pandemia, se comparado ao período anterior.

Já a Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) calcula que o comércio digital aumentou em cerca de quatro milhões de novos clientes, criando a necessidade de se destacar diante dos concorrentes.

Além do senso comum

Apesar de relacionarmos o comércio digital apenas a uma loja dentro do site, o que possibilita uma série de estratégias e personalizações, hoje vivemos a ascensão dos marketplaces — um shopping virtual que centraliza lojas dos mais diversos segmentos.

Outras ferramentas, como o Instagram Compras e o Facebook Marketplace, aproximaram os consumidores das marcas e ganharam o título de comércios digitais.

Estratégias x Nichos

Você precisa saber qual a melhor estratégia para seu segmento.

Se para o segmento fashion o Instagram é um prato cheio para engajamento e conversão, para ampliar o networking de um consultor de empresas a yala.agency lançou mão de estratégias de marketing de posicionamento via LinkedIn.

Marketing de influência

Outra realidade em 2020 é o uso de influenciadores para divulgação de marcas e produtos. O Instituto de Pesquisa Qualibest aponta que 73% dos brasileiros já compraram algo porque foram digitalmente influenciados.

Em 2015, o Google já previa que as regras do jogo de compra mudariam. Antes, o processo de decisão de compra era pautado pelo deslocamento até a loja física, onde o consumidor poderia tirar eventuais dúvidas e, finalmente, fechar negócio. Hoje, você provavelmente já passou inúmeras horas pesquisando e lendo reviews em blogs, fóruns ou canais de YouTube sobre determinado produto… ou, ainda, foi assertivamente influenciado por campanhas de marketing direcionadas àqueles que estão mais próximos de uma conversão — os entusiastas.

Atenção!

Ainda que possamos observar um cenário repleto de possibilidades, é importante ressaltar que somente 5% do varejo brasileiro está na internet.

O momento pede inteligência. É hora de pensar na melhor estratégia digital para o seu projeto.

Aqui na yala.agency nós podemos te ajudar. Bata um papo com um de nossos especialistas e descubra como vender mais na internet.

Como vender mais entendendo a cultura da sua empresa

A ideia de cultura sempre é construída e moldada conforme as visões políticas de sua época, intrínseca com as chaves do poder. Estas que podem abrir portas para a humanização, para a liberdade e para o diálogo. Consequentemente, também possuem em si situações de controle de massas e de intolerância à povos.

É poderosa. Não se limita apenas a apresentações artísticas, textos, danças, quadros ou estilos de vida. É a fusão de todos estes elementos que determinam um conjunto de comportamentos. E é daí que vêm o mérito de investimentos públicos e privados para potencializar determinadas ações.

Dentro do marketing, fazemos empresas atraírem consumidores através de ações que demonstrem sua cultura, fazendo estes se identificarem com a marca e as suas raízes. Um exemplo é a Natura, que seus consumidores se sentem parte de uma nobre causa. Clientes sempre procuram consumir de marcas que se identifiquem com as suas raízes culturais. 

Qual a imagem que a sua empresa expressa para os seus consumidores? Um conjunto que inclui sua identidade visual, seu editorial em mídias sociais, a posição dos colaboradores sobre a marca, sua cultura organizacional, notícias na imprensa sobre a empresa ou outras ações, conectam a cultura da empresa para potenciais clientes.

Então, como o marketing da sua empresa deve agir?

Orquestrando e organizando as principais características, fazendo campanhas e ações que sejam capazes de penetrar a lembrança de seu público-alvo como a única opção do segmento em sua mente e até mesmo em seu subconsciente. Isso ocorre através da identificação cultural.

A NuBank, por exemplo, que tem em suas raízes ideológicas um atendimento menos burocrático e mais humano, optaram por uma ação de marketing onde enviam cartas, escritas a mão e com texto bastante afetivo. É tiro e queda com clientes que, culturalmente, estão cansados das burocracias de bancos.

Em alguns momentos, é necessário um reposicionamento cultural. A Havaianas ainda fazia aquele chinelo com tiras azul bebê a palmilha branca quando o mundo já estava em outro momento, com outros gostos culturais. A solução foi criar inúmeros testes de chinelos, assim como campanhas de marketing de posicionamento e triplicaram o valor. Em 1999, apareceram em um desfile do estilista Jean Paul Gaultier. Hoje, possuem escritórios e exportam pro mundo inteiro.

Conseguiu entender que não basta vender um produto ou um serviço? É necessário vender propósitos, ideias, valores e identificação. E é isso que você deve compartilhar para o time de marketing da sua empresa! 🙂