Estratégias para aumentar sua relevância online em sua cidade

SEO Local: Otimizando os resultados nas buscas em sua cidade ou região

O desenvolvimento das ferramentas baseadas na internet tem cada vez mais sido orientado para a facilidade e acessibilidade de uso, e assim ter uma boa relevância online nos mecanismos de busca. Se tornaram essenciais para um bom resultado de empresas.

Fatos como a popularização dos smartphones e do acesso à internet através deles são parte de um grande marco revolucionário do século 21 que projeta que a história ainda vai dar cabo de nomear e atribuir boas duas ou três páginas dos livros escolares à esse momento chave na história humana nos próximos dez a vinte anos.

Em quase todas as atividades profissionais, na última década as tecnologias de uso pessoal trouxeram novas dinâmicas sociais e padrões de atendimento. Esse efeito só aumentou com a chegada da pandemia. 

Vale lembrar que o WhatsApp, por exemplo, foi fundado em 2009, quando ainda tínhamos apenas 10% de smartphones entre todos os celulares do Brasil; hoje, smartphones são 94,2% dos mais de 234 milhões de aparelhos ativos em nosso país, e o WhatsApp está instalado em 99% deles.

Hoje, já falamos em elevar o acesso à rede em si à categoria das necessidades básicas do indivíduo; você já parou pra pensar por quê?

Se você administra um negócio local, você deveria. Te convido a fazê-lo enquanto lê este texto.

Pense como os seus clientes

Seus clientes mais fiéis são bombardeados todos os dias por anúncios de grandes marcas e varejistas na tela dos seus computadores, televisores e smartphones. Eles conhecem novos produtos, estilos, conceitos, padrões de serviço e atendimento… mas que vêm de anunciantes que nem sempre estão disponíveis em sua região.

O passo seguinte tomado pelo consumidor é, então, buscar por um produto ou serviço similar que esteja geograficamente disponível, próximo de seu local de compra. É aqui que entra o seu esforço para ser reconhecido!

SEO local — O que é?

SEO local é um conjunto de estratégias de otimização para mecanismos de busca em que o foco está em oferecer ao usuário soluções que estejam geograficamente próximas.

Esta é uma modalidade que vem ganhando força desde 2014, quando o Google lançou o chamado Pigeon, uma atualização do seu algoritmo que passou a valorizar o fator local na oferta de resultados de busca.

Na prática, isso significa uma compreensão mais precisa sobre as intenções de uma pessoa ao buscar determinadas respostas.

Uma área que facilita a compreensão sobre o que estou falando é a gastronomia.

Se alguém procura pelo termo “pizzaria”, dificilmente vai querer um longo texto sobre a origem da pizza e quais são os locais mais famosos ao redor do mundo.

O mais provável é que se trate de um usuário em busca de descobrir quais são as melhores ou mais próximas opções de pizzaria na cidade em que está naquele exato momento.

E para o seu site aparecer em destaque como resposta a essa pesquisa é que existe o SEO local.

Como fazer SEO local passo a passo

A pergunta que mais ouço de pequenos e médios empreendedores sobre este tema é como traduzir o conceito de SEO local em ações que possam trazer resultados efetivos.

Especialmente nos grandes centros, a competição com marcas já consolidadas e reconhecidas no mundo inteiro é um desafio e tanto.

Por isso, é importante estar atento a dois pontos principais: usar os diferenciais da marca de forma estratégica e garantir que todos os requisitos para melhorar o ranqueamento local sejam preenchidos.

É que mostro como fazer agora, passo a passo.

1. Crie o Google Meu Negócio

O primeiro passo é criar e configurar o perfil da empresa no Google Meu Negócio.

Essa é uma ferramenta gratuita que vai ajudar os consumidores a localizarem a marca tanto por meio dos resultados de busca quanto pelo Google Maps.

Informações como endereço, horário de funcionamento, telefone de contato, horários de pico, nota dada pelos usuários e perguntas e respostas são algumas das possibilidades geradas.

Para começar, acesse a página do Google Meu Negócio e clique em “Gerenciar agora”. Em seguida, faça login na conta Google da empresa ‒ se não tiver uma, é importante criar.

Ao fazer um login, vai encontrar uma tela como esta:

Digite e procure o nome da sua empresa, e caso já possua o cadastro, será redirecionado para o próxima tela, onde você pode sempre manter atualizada as informações da sua empresa.

Caso não possua, será necessário selecionar a opção “Inclua sua empresa no Google”, e será necessário preencher uma série de informações, tais como:

  • Nome do negócio
  • Categoria
  • Se é um local que as pessoas podem visitar
  • Endereço
  • Se você também atende clientes fora do endereço mencionado
  • Telefone e site.

Depois, é preciso confirmar a sua autorização para gerenciar o endereço.

Ao fazer isso, será direcionado para outra página, onde um código de verificação postal é gerado para o endereço fornecido, com o fim de confirmar a autenticidade da propriedade da conta de Google meu Negócio.

O que isso significa?

Em poucas semanas, você receberá uma carta do Google com um código.

Inserindo essa sequência na recém-criada conta do Meu Negócio (localize o botão “Confirmar agora”), as informações anteriormente preenchidas são validadas.

Assim, a sua empresa passa a ser devidamente exibida nas buscas e você pode editar os dados informados sempre que necessário, além de incluir novos conteúdos, a exemplo de fotos.

2. Assuma seus perfis online

Estar presente nas redes sociais e nas plataformas de avaliação também é fundamental.

Além do conteúdo publicado, é importante que as informações de referências estejam inseridas.

Falarei, agora, sobre os canais que vale a pena você utilizar quando o foco é relevância e ser mais encontrado nos mecanismos de buscas para a sua empresa.

Facebook e Instagram

Redes sociais preferidas pela maioria das empresas, Facebook e Instagram oferecem inúmeras possibilidades que ajudam na localização do negócio pelo consumidor.

Elas são ideais para aquelas atualizações que nem sempre um site dá conta, como promoções instantâneas e sorteios.

Também funcionam para reforçar informações de pagamento e mesmo o horário de funcionamento do local. Mantenha essa informação sempre muito atualizada!

Twitter

Se é importante para a estratégia de marketing digital da empresa estar presente no Twitter, garanta que o usuário tenha todas as informações que precisa para entender com quem está se comunicando.

Isso deve incluir os links para o site e outras redes sociais em que está presente.

TripAdvisor

Dependendo do segmento da empresa, é possível ainda configurar um perfil no TripAdvisor, site de viagens que oferece informações e opiniões de usuários relacionados não só a pontos turísticos, mas também a hotéis, pousadas e restaurantes, por exemplo.

Ou seja, é mais uma forma de permitir que as pessoas encontrem o seu negócio e saibam quais são os diferenciais oferecidos por ele.

Foursquare

É bem verdade que o Foursquare já não conta com toda a badalação que tinha há poucos anos, mas ainda é válido estar presente nele.

O motivo? A ferramenta oferece um serviço de sugestão de locais para visitar em diferentes categorias, de acordo com os hábitos e perfil do usuário.

É algo simples, em que vale a pena investir alguns minutos do seu tempo.

3. Faça parceria com blogs locais

Sabe aqueles blogs da região em que o seu negócio funciona, que todo mundo acessa com alguma frequência?

Criar parcerias com eles é mais uma forma de colocar a sua marca em evidência para os buscadores.

Produzir posts patrocinados focados no mercado local, que podem render citações e links para o seu site, certamente, é uma estratégia que vai ajudar a melhorar o ranqueamento do seu site.

Vale também para blogs de turismo que costumam ir além do roteiro básico de viagem e indicam experiências tipicamente locais, por exemplo.

4. Produza conteúdo local

Na hora de produzir o conteúdo do seu site, blog e redes sociais, reforce o aspecto local.

É possível fazer referência ao seu endereço e ao nome da cidade, além de eventos importantes para a região.

Também não deixe de criar conexões de outras formas, trazendo para o blog convidados que são reconhecidos localmente ou mesmo utilizando informações e traços culturais relevantes para o localidade em que a empresa se insere.

Lembre-se: mais do que simplesmente fazer propaganda do seu produto ou serviço, mostre o seu negócio como parte da comunidade.

5. Incentive as avaliações de clientes

As avaliações, sejam elas relacionadas ao perfil no Google Meu Negócio, em plataformas como o TripAdvisor ou até mesmo nos comentários das redes sociais, são importantes para mostrar como a sua marca se relaciona com o público.

Incentivar que os clientes postem suas impressões sobre o atendimento recebido e os produtos ou serviços consumidos ajuda a gerar credibilidade e ainda aumenta a relevância na busca do Google.

6. Confirme se seu NAP é o mesmo em toda a web (consistência)

A sigla pode dar a impressão de que estou falando de algo complexo, mas a verdade é que se trata de uma questão básica ‒ ainda que ignorada por muitos: name, address and phone number.

Em bom português, a lição aqui é manter nome, endereço e telefone da empresa sempre atualizados em todos os perfis que ela possui, incluindo o Meu Negócio.

E a dica não é só minha: é também do próprio Google.

Quando o buscador encontra informações conflituosas, é possível que nenhuma delas seja exibida.

Quais são os benefícios do SEO local?

“Mas será que vale mesmo a pena tomar todos esses cuidados?”, você pode estar se perguntando.

A resposta é uma só: sim, vale.

Abaixo, falo mais sobre isso, mostrando alguns dos principais benefícios que o seu negócio pode obter.

Aumenta a visibilidade na região

Podem até ser vários passos a seguir para colocar em prática as melhores técnicas do SEO local, mas pense que tudo isso vai retornar em mais visibilidade para a empresa.

E, melhor ainda, sem que você precise investir recursos financeiros.

É sobre estar melhor posicionado em relação a outros concorrentes locais, que podem dividir uma fatia importante de mercado.

Incentiva a tomada de ação

Estudo do próprio Google mostra que 76% das pessoas que fazem uma pesquisa local em seu smartphone visitam o negócio em até 24 horas.

Não é preciso dizer muito mais do que isso para evidenciar o quanto uma simples aparição entre os resultados em destaque pode ser decisiva para transformar potenciais consumidores em clientes.

Aumenta a autoridade local

Faça um rápido exercício: com que frequência você avança para além da primeira página de resultados do buscador? Tenho certeza que o número não é alto.

Um dos motivos é que nós confiamos no algoritmo e naquilo que ele nos apresenta. Entendemos que aquilo que aparece antes tem mais credibilidade.

Ou seja, reforça a sua autoridade local.

Atrai novos públicos

Com o SEO local, o seu negócio pode ser descoberto por consumidores que talvez não chegariam a ele de outra forma.

Isso vale tanto para as pessoas que moram na cidade em que a empresa funciona quanto para aquelas que estão de passagem, seja para visitar amigos e familiares, a trabalho ou mesmo como turistas.

Quais são os fatores de rankeamento do SEO local?

Quando falamos em ranqueamento no SEO local, é preciso entender que o Google combina diferentes fatores para ajudar o usuário a encontrar a resposta que tenha a melhor correspondência à busca realizada.

Abaixo, veja quais são aqueles listados como prioritários.

Proximidade

Ao mostrar um resultado com relevância local, o Google considera a distância do usuário em relação ao negócio a ser sugerido.

O entendimento é de que, quanto mais próximo, mais relevante ele tende a ser.

Caso a própria busca não especifique a localização, ela é calculada com base em dados de geolocalização.

Se o acesso ao GPS do smartphone de seu cliente estiver liberado, por exemplo, ficará mais fácil do Google prever o melhor resultado.

Destaque

Este é um dos pontos em que grandes empresas e locais conhecidos tendem a largar na frente: o destaque tem a ver com popularidade.

Aqui, não estou falando apenas do universo digital: o Google também busca refletir percepções do mundo offline.

Mas não se preocupe: as avaliações recebidas, os links indicando para o seu site e a criação de conteúdo com relevância local também são aspectos considerados.

É justamente neles que você deve trabalhar.

Relevância

Um pedido do Google às empresas: adicionem informações comerciais completas e tão detalhadas quanto possível.

Isso é importante para ajudar a traçar a correspondência entre a busca realizada e o perfil do seu negócio.

Como fazer uma busca de palavras-chave para SEO local?

Os termos utilizados pelo usuário para realizar uma busca e a sua localização são determinantes para os resultados que o buscador entrega.

Lembra o exemplo da pizzaria que citei no início do artigo? A lógica é exatamente essa.

Mas como usar isso ao seu favor na hora de definir as palavras-chave para os seus conteúdos?

Inicialmente, pense em termos básicos para o segmento do seu negócio.

Se estivermos falando de um consultório de odontologia, por exemplo, você poderia começar pela sua área mais específica: algo como “especialista em implantes”.

Para entender mais sobre essa palavra-chave e as possibilidades que ela pode gerar, a minha principal dica é utilizar ferramentas como a Ubersuggest, que ajuda a montar um planejamento mais detalhado e preciso, inclusive falando sobre a relevância do termo.

Veja uma simulação para o termo “especialista em implantes”.

Perceba que as sugestões dadas já incluem especificação geográfica. Neste caso, São Paulo.

Como estamos falando em tipos de pesquisa que costumam ser associadas pelo Google à necessidade de um retorno local, a conexão também pode ocorrer sem que a sua palavra-chave especifique uma cidade.

Voltando ao termo “pizzaria”, veja ainda o que acontece.

Trata-se de uma palavra genérica, para a qual seria muito difícil ranquear, caso não houvesse otimizações do Google para geolocalização. A busca acima também é simulada em São Paulo.

Para isso, é claro, você vai precisar agir de maneira estratégica.

Que tal focar em opções como “pizzaria perto de mim” ou variações que incluem a cidade ou características pretendidas (“melhores pizzarias”, por exemplo)?

Use estas palavras-chaves em seus textos e descrições que facilitará muito as buscas de seu consumidor!

Uma dica importante: a Ubersuggest permite você filtre as buscas para determinada palavra-chave de forma específica, por cidade.

Quais tipos de conteúdo produzir para buscas locais?

Com as dicas do tópico anterior, já é possível fazer os primeiros exercícios de construção de conteúdo com foco em SEO local.

Para facilitar o seu planejamento, listei alguns tipos específicos de material que podem ajudar a desenvolver ainda mais a sua estratégia:

  • Criar relações entre acontecimentos locais e o seu negócio
  • Manter uma aba de perguntas frequentes
  • Ter artigos escritos por personalidades locais
  • Promover webinários com temas relevantes para a comunidade local
  • Incentivar o compartilhamento de imagens com os produtos do seu negócio por meio de uma hashtag específica

Tudo isso vai ajudar a fortalecer a sua marca como uma autoridade e ainda fazer com que ela apareça em destaque nos buscadores, com palavras-chave certeiras.

Como encontrar oportunidades de citações e link building local?

Ao seguir as dicas que já trouxe ao longo do artigo, você vai estar muito mais próximo de criar conexões.

E elas vão facilitar a missão de encontrar oportunidades de citações e link building local, com outros sites apontando para o seu.

Afinal, a sua empresa já vai ser parte ativa da comunidade.

O próximo passo é identificar sites de notícias da região e blogs que possam render parcerias.

Já pensou, por exemplo, em ter uma coluna semanal em um destes espaços?

Figurar como fonte de matérias também é uma boa ideia, emitindo a sua opinião para o público.

Além de a marca ser citada, são grandes as chances de conseguir links espontâneos que direcionam o leitor para as suas páginas.

Conclusão

O crescimento do e-commerce pode dar a impressão equivocada de que o ambiente digital só traz oportunidades para grandes empresas.

Mas a verdade é que o SEO local nos mostra a importância de criar uma estratégia de presença online mesmo quando o foco do negócio é o público que está geograficamente mais próximo.

Ignorar esse aspecto pode levar você a perder a chance de consolidar a sua marca como referência.

Não é algo que você quer, não é?

Então, coloque em prática as dicas deste texto!

Ah, e comente abaixo: quais das ideias de SEO local já fazem parte da realidade na sua empresa?

Leia também: Marketing em Tempos de Crise

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O Marido da Gisele: Como as mulheres são retratadas pela mídia

Não é difícil encontrar manchetes nas quais as mulheres são apenas um apêndice do homem que as acompanha, porém a situação contrária é rara. Esse pode ser um fator cooperante com o estranhamento causado pelo título desse artigo. Como um bom brasileiro, já deve estar acostumado com o fato do Tom Brady ser somente o Giselo. Entretanto, se você é um fanático por futebol americano, é provável que tenha ficado indignado com minha redução do Tom Brady à sua esposa. Um pouco frustrante, né? Isso ocorre porque você considera o papel profissional dele mais importante do que o familiar, porém para muitas profissionais mulheres isso é o contrário. A mídia tradicional muitas vezes reduz mulheres em suas manchetes à esposas, filhas e diversos outros papéis que atrelam-se a um homem considerado mais “relevante”.

Com a chegada do dia internacional da mulher, é importante fazer essa reflexão constante de como retratamos mulheres nos diversos tipos de mídias, desde dentro do jornalismo, às suas personagens em novelas, comerciais ou diversos outros meios. Nesse artigo, falaremos sobre os principais estereótipos femininos retratados nas telas.

O Dia Internacional da Mulher

Antes de adentrar mais profundamente o assunto, é importante entender o contexto histórico no qual o dia 8 de Março foi escolhido para homenagear mulheres ao redor do globo. 

Contexto histórico

A partir de uma origem operária, o Dia Internacional da Mulher foi marcado por diversos ocorridos e manifestações nessa época. Traçando uma linha do tempo, um dos primeiros “dias das mulheres” foi em 26 de Fevereiro de 1909 em Nova York. Aproximadamente 15 mil mulheres se uniram em uma passeata para marchar pelas ruas da cidade lutando por melhores condições trabalhistas. As jornadas de trabalho da época chegavam até 16h por dia, durante seis dias semanais, não raramente, incluindo domingos. Essa é considerada a primeira celebração do “Dia Nacional da Mulher” estadunidense.

Nos anos seguintes, o movimento feminista operário também aflorou-se pela Europa. No mês de agosto de 1910, uma proletária alemã chamada Clara Zetkin propôs na Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, a criação de uma grande jornada anual conjunta através do mundo de manifestações femininas pela igualdade de direitos.

No ano de 1917, um grupo de operárias saiu às ruas para manifestar-se contra as condições insalubres e precárias de vida que o governo Czarista propunha à sua população, em especial a feminina. Pelo antigo calendário russo, a manifestação teria sido dia 23 de Fevereiro, porém adaptando para o calendário gregoriano adotado em 1918 pelos soviéticos, a data ficou no dia 8 de Março. Esse movimento tornou-se o estopim da revolução russa, com o povo lutando por dignidade e comida. Após a revolução bolchevique, os soviéticos oficializaram a data como uma comemoração da “mulher heróica e trabalhadora”.

Estereótipos femininos na mídia

Manic Pixie Dream Girl

Esse talvez seja o mais comentado dentre as rodas de pseudo-intelectuais, com a expressão criada em 2005, esse tipo de personagem é aquela mulher fofinha e atrapalhada, que vai apresentar as melhores coisas da vida para o real protagonista da trama (o homem). Citando Rita Lee, “Ela é toda boazinha, ela é toda do bem, ela é tão galera, ela é jovem”, essa é a Manic Pixie Dream Girl, a garotinha de franja perfeita e estabanada. Um exemplo disso é a Summer de “500 dias com ela” que, sob a visão infantilizada do Tom, é uma Manic Pixie Dream Girl. E quando ela contraria isso, indo pelas suas vontades próprias, é vista como vilã da história.

Femme Fatale

A femme fatale é uma mulher que utiliza sua sexualidade como arma. O corpo escultural e a personalidade sedutora fazem dela um “sonho de consumo” de muitos homens. Talvez a parte mais interessante dessa personagem seja a auto-percepção de sua sensualidade e, consequentemente, o uso dela para atingir seus objetivos.

Mulher de negócios

É muito comum encontrar em filmes uma mulher de negócios infeliz e amargurada pela frustração de não ter um amor. Em diversos cenários a vida da mulher é retratada como uma eterna busca por um cônjuge e filhos, e quando a personagem tem outro foco, os roteiristas ainda fazem questão de deixá-la infeliz e insatisfeita com sua vida.

O Diabo Veste Prada (2006)

A esposa chata

A esposa estraga-prazeres é outra representação frequente de mulheres em filmes. Um homem de meia idade preso em um casamento infeliz como se fosse responsabilidade da mulher manter o casamento, transformando-a em uma vilã chata. Um exemplo é a noiva patricinha de “Meia-noite em Paris” que é vilanizada pelo protagonista como uma mulher cruel e ele a vítima indefesa.

Owen Wilson e Rachel McAdams em Meia-Noite em Paris (2011)

Mulher Troféu

Um grande exemplo que grita “Mulher Troféu” na nossa cara é a Ramona Flowers de Scott Pilgrim contra o mundo. Todo o enredo do filme baseia-se em desafios que o protagonista deve realizar para “ganhar” a garota. No caso, derrotar os 7 ex-namorados do mal. Além de objetificar a mulher, esse estereótipo mantém ela como uma personagem sem escolhas e vontades próprias, portanto, é extremamente prejudicial, principalmente se exposto a garotas mais jovens.

A donzela em perigo

Esse é um clássico, extremamente antigo, desde os filmes de faroeste antigos, até hoje, o papel de donzela em perigo é extremamente usado no cinema. A cena mais simbólica desse fenômeno é o King Kong no topo do Empire State segurando a “mulherzinha” como refém. O simbolismo desse papel condiz com os estereótipos de gênero, o “sexo frágil” sendo mantido refém pelo grande Kong. 

A mulher cenário

Essa é aquela gostosona de biquini passando na festa e deixando os nerdolas de queixo caído em Projeto X ou Baywatch. É a mulher das propagandas de cerveja que quase nunca possui uma fala e, se possui, é exclusivamente para interagir com o homem e “provocá-lo” ou fazer com que ele sinta-se desejado. Além disso, elas são extremamente comuns na série Game of Thrones, que ama utilizar mulheres nuas como composição de cenário para seu Mise en Cene machista. 

Baywatch: S.O.S. Malibu (2017)

A Smurfette

Única mulher em um grupo de homens, o estereótipo de Smurfette pode ser encontrado em diversos filmes. É como se a mulher fosse uma cota necessária para dizer que o filme possui diversidade e representatividade. Na maior parte do tempo, a Smurfette faz o papel de mãezona do grupo e coloca juízo na cabeça dessa molecadinha travessa (Não importa se são homens de 40 anos nas costas, a visão infantilizada do gênero masculino ainda permanece. Afinal, eles são apenas meninos, não é mesmo? E essa visão ainda permanece na sociedade, por que não permaneceria na telona?).

The Big Bang Theory (2007)

Lésbica Simbólica

Não poderia deixar de citar a LGBT+ chaveirinho, que muitas vezes é a amiga conselheira do homem, que vai educá-lo sobre como tratar uma mulher. Outras vezes, é simplesmente fetichizada, ou pelos próprios personagens, ou pela própria produção do filme, que realiza a fetichização para o prazer do público. Essa é uma personagem extremamente controversa, pois ao mesmo tempo que traz certa representatividade, não é verdadeira. Ela é somente para o agrado do masculino, um uso figurativo da sexualidade para causar excitação.

Fetichização patriarcal e voyeurismo em Azul é a Cor Mais Quente (2013)

A Mulher na Mídia

Em conclusão, pode-se perceber que ainda temos muito que avançar quando se trata dos estereótipos criados para representar mulheres no cinema. Enquanto homens conseguem personagens sempre únicos e com profundidade, muitas atrizes precisam interpretar esses estereótipos para conseguir chegar até um lugar em suas carreiras que podem escolher papéis melhores e mais profundos.

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Conheça o básico sobre media training para pequenas e médias empresas

Como se preparar para uma entrevista e conseguir comunicar o que você realmente quer.

Bomba, bomba: você acabou de ser selecionado para uma matéria que falará um pouco sobre business. A história que você falar sobre a sua marca vai te expor para uma nova audiência e ampliar a visibilidade da sua empresa.

E assim como a felicidade pela oportunidade, também vem uma tonelada de ansiedade agora que você precisa fazer a entrevista. 

Eu entendo, de verdade – jornalistas podem ser extremamente assustadores. Além disso, essa ação  é uma oportunidade de conseguir novos clientes, aumentar suas vendas e ainda sua autoridade. Você quer ter certeza que está usando as palavras certas nos momentos corretos. 

Você deve se questionar: como tantos empresários são tão bons com anúncios e entrevistas? Como consigo superá-los?

Mantenha a calma

Respire fundo e tenha calma. O sucesso de uma entrevista tem a ver com preparação e  prática. É normal ficar nervoso antes de um compromisso como este. Aqui, citarei algumas estratégias que podem ajudar a comunicar o que você realmente quer falar. Com alguns conhecimentos prévios, com certeza terá uma entrevista mais assertiva e produtiva.

Pense em tudo!

Primeiro de tudo: alinhe-se com os acontecimentos do mundo e como sua empresa encontra-se no momento. Quais serão os resultados que essa exposição trará? A partir dessa resposta, escolha a mensagem que você quer passar.

Todas as entrevistas têm, naturalmente, espaços para que você possa falar exatamente o que está na sua agenda de comunicação. Além disso, deve-se seguir dois objetivos básicos:

  • Contribuir com o jornalista e suas necessidades para a história que ele quer contar
  • Falar sobre a sua empresa

Os objetivos têm que ser equilibrados. Se você não falar a história direito, talvez ela nem seja noticiada, mas se você não defender e falar da sua empresa, a razão de você ter sido a pessoa escolhida para contar a história é perdida.

Pesquise

Procure com quem você vai conversar, estude a linha de conteúdo e o tom de voz do repórter. Você quer saber o mínimo do que eles pensam e seus interesses. Também não é um problema perguntar para os produtores da entrevista se já foram abordados assuntos semelhantes no passado e perguntar mais detalhadamente o que eles realmente querem discutir contigo.

Também é importante relevar quem está do outro lado da linha – e que vai receber essa história. O que eles querem ouvir?

Identifique três mensagens que você quer levar

Com essa pesquisa na cabeça, é hora de identificar o que você realmente quer comunicar durante a entrevista e o que você não quer falar durante a entrevista. 

Anote e memorize todos estes pontos e, mais importante, comunique somente o que você já havia pensado em falar. 

Treino

O único motivo para alguém soar natural numa entrevista é o treino: fazer uma lista de possíveis questões, se trancar no quarto e praticar as respostas. É literalmente um treino de músculos para que as palavras soem corretamente e mais seguras.

A hora é agora!

Durante a entrevista

Você se preparou e agora é hora de arrebentar na entrevista. 

Ao invés de tentar se lembrar de tudo, foque em conseguir passar a mensagem correta. Você já se preparou, sabe o que tem que ser dito e como deve ser falado.

  1. Estabeleça quem é você e quem é a empresa a nível de perspectiva introdutória. Apesar da pergunta do jornalista, comece com este contexto. Isso garante que a mídia e o repórter entenda quem é você e a empresa. Não deixe que essa interpretação fique para eles. 
  2. Tenha calma, responda perguntas e fale da sua história. Lembre-se que você se preparou e está no controle da entrevista – eles te perguntam e você já saberá a resposta. 

Se a entrevista for online ou por telefone, mantenha as suas anotações próximas. Você não quer ler as anotações, mas com certeza elas o ajudarão a encontrar algum  território conhecido durante uma resposta. 

Durante a entrevista você pode perceber que conseguiu comunicar muito do que queria, mas caso não tenha conseguido, não perca a oportunidade e comente com o jornalista: “Ah, só mais uma coisinha..”, ou, se necessário, envie um e-mail para a emissora. 

  1. Durante a entrevista, anote tudo o que achar relevante: um comentário, uma pessoa comentada, uma outra entrevista que você foi convidado… 

Ao encontrar obstáculos durante uma entrevista, pode ser fácil perder a linha de raciocínio como, por exemplo,  com alguma pergunta difícil do repórter.

Lembre-se: você pode responder a uma pergunta sem chegar na resposta quista pelo repórter. 

Algumas dicas para tal são:

  • Não tenha medo de ganhar tempo, está tudo bem pensar para responder algo. Falar que é uma boa pergunta é um bom exemplo de como ganhar alguns segundos pensando.
  • Se você não tiver a informação adequada, não é um problema dizer que confirmará e enviará diretamente para a pessoa. 
  • Ainda, em último caso, se não quiser responder uma questão: não responda! Você pode falar diretamente, por exemplo: “não comentamos sobre questões financeiras” ou ainda levar a resposta para um campo que você se sinta mais à vontade. 
  • Evite o termo “sem comentários” ou  “eu não sei”. Isso passa uma mensagem muito ruim. Se necessário, utilize “Não tenho certeza”. 

Depois da entrevista

Converse com os repórteres, conecte os pontos e ofereça ajuda no que ele precisar para criar a história, complete informações que não conseguiu trazer durante a entrevista, imagens e referências citadas. Se não souber quando será passada a entrevista, é um bom momento de perguntar.

E claro, assista para se auto-avaliar e melhorar para a próxima vez!

Como escolher a melhor forma pagamento virtual? Saiba qual combina com seu e-commerce

Com o e-commerce cada vez mais consolidado como ferramenta de venda no ambiente online, saber o método correto de pagamento é tão importante quanto a escolha do layout ou produto oferecido na sua loja virtual. E nós vamos te provar isto!

Para tomar a decisão correta, o lojista precisa buscar um equilíbrio entre as melhores soluções para os clientes e o impacto financeiro gerado ao adotar cada uma dessas plataformas. 

Mas, como?

O ideal é conhecer em detalhes o perfil do seu cliente. Também é importante fazer uma previsão de fluxo de caixa, pois nem sempre o repasse dos recursos para a conta da loja é imediato.

Agora, que você se ambientou com o conceito, vamos listar algumas dicas para que sua opção seja a melhor possível. 

Apesar de ambas ferramentas operarem com todos os meio de pagamento em um único sistema, antes de realizar qualquer escolha neste contexto, é preciso entender os prós e contras e as diferenças entre intermediadores e gateways.

O que são gateways?

O gateway é um sistema de pagamento, que faz a ligação direta entre a loja virtual e a organização financeira responsável pela cobrança, proporcionando um contato prático com as operadoras de bancos e cartões.

Além de permitir, que o cliente escolha a forma deseja realizar o pagamento (boleto, cartão de crédito, débito em conta, etc) e os sistemas transferem o valor pago para a conta do lojista. Assim, como o intermediador.

O que são intermediadores?

Já o intermediador, como pagamento,  trabalha coletando os dados do seu cliente e liquidando as transações, sem a necessidade das lojas se filiarem a operadoras de cartão ou bancos.

Em outras palavras, ao realizar uma compra quem recebe o pagamento é o intermediador. 

O sistema fica responsável pela aprovação e pelo repasse do valor da venda à loja virtual. Algumas empresas que oferecem esse serviço são: Pagseguro, Mercado Pago, Picpay, Ebanx e Paypal.

Afinal, qual é a melhor forma de pagamento para e-commerce?

PagSeguro

Uma ferramenta de pagamentos oferecido pelo UOL que simplifica as ações comerciais dentro e fora da internet. Hoje a plataforma chegou a 25 milhões de usuários no país devido ao seu conforto e segurança. Um aplicativo de boa acessibilidade e com ampla integração com as mais variadas as plataformas e e-commerces.

Picpay

Um aplicativo fintech desenvolvido no Brasil para promover uma experiencia sem burocracia entre você e o seu dinheiro. O Pic Pay permite transações com QR Code ou com aplicativo.

Ebanx

O EBANX é uma empresa que oferece métodos de pagamentos locais para sites internacionais e nacionais, ou seja, sua plataforma possibilita que brasileiros paguem suas contas utilizando o real. Hoje, empresas como Spotify, Ali Express, Air Bnb, Sony Playstation e Wish utilizam os serviços.

Tarifas

Ah, é claro que não poderíamos desconsiderar o valor das tarifas, pois cada serviço tem um custo para o lojista e estas despesas operacionais devem ser levadas em conta no seu planejamento.

Os gateways ou intermediadores de pagamento exigem uma cobrança fixa de aproximadamente R$0,65 por cada transação efetuada mais uma taxa sobre o valor do pagamento, que pode chegar a até 5% de cada operação.

Muito inferior se comparado ao cartão de crédito, onde se paga uma mensalidade em torno de R$ 100,00 acrescida de uma taxa média de 4% sobre o valor da fatura (o percentual varia de acordo com as operadoras de cartões).

Agora que você tem o entendimento da amplitude e das particularidades dos principais métodos de pagamento ficou mais fácil analisar qual será mais positiva.

Melhore as vendas e a saúde financeira do seu negócio com as nossas dicas.

Webinar: Site não é produto, é projeto.

Seguindo o ciclo de palestras online do Rotary Club de Itatiba, o nosso CEO da Yala Agency, Rafael Cintra palestrará sobre o tema “Site não é produto, é projeto” no próximo dia 27 de agosto, às 20h. 

O webinario abordará como deve ser a percepção de um Comércio Digital e suas estratégias.

As palestras vêm ocorrendo desde o início do mês com objetivo de incentivar o uso das mídias sociais para impulsionar sua marca e melhorar o desempenho das vendas, ainda mais neste período de quarentena.

“Nesse tempo difícil que estamos passando, o melhor é que todos nós saibamos muito bem o potencial de nossa cidade e assim todos podem dar prioridade nas compras em produtos e serviços de nossa gente, ajudando uns aos outros como uma forma saudável e solidária de vencermos as dificuldades e limitações dos negócios”, ressaltou o vice-presidente, Richard Kraus.

Conheça o palestrante

Rafael Cintra é formado em Sistemas de Informação pela PUC-Campinas, especialista em Gestão de Projetos.

Trabalhou com portais de alto volume de tráfego, como a Infomoney e o Motonline. Atuou com otimização de SEO, estratégias de geração de tráfego, leads e conversão, otimização de performance de sistemas e serviços.

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O melhor horário para publicar no Instagram e Facebook

Você já sabe que utilizar as redes sociais é uma estratégia valiosa para atingir seu público. Também já sabe o que postar e em qual formato. Mas qual o melhor horário para publicar nas redes sociais?

É normal que, nesse momento, surja a dúvida: existe o melhor horário, afinal? Continue neste post para descobrir.

Comportamento do usuário

O melhor horário para publicar nas redes sociais não existe. Na verdade, o que podemos encontrar por aí são mapas de temperatura que são responsáveis por indicar a atividade dos usuários em cada rede social.

A primeira coisa que devemos ter em mente ao falarmos de horários de publicação é que cada pessoa acessa suas redes sociais em diferentes momentos e com frequência diversa. O grande segredo, aqui, é entender qual o melhor horário para publicar em cada rede social e não apenas alcançar os usuários como também garantir engajamento.

Facebook

Ele ainda reina sobre todas as outras redes sociais, não importa a quantidade de “haters”. De acordo com o NY Times, o tempo médio de um usuário do Facebook é de 50 minutos. A maioria do público está concentrada na faixa etária entre 18 e 44 anos.

No entanto, apesar de ser uma ótima maneira de alcançar mais de 1 bilhão de usuários ativos diariamente, o Facebook ainda prioriza a exibição de conteúdo de amigos do usuário. É ideal que as marcas busquem horários quentes para fazer suas publicações, aumentando as chances de serem notadas.

Abaixo, disponibilizamos uma tabela criada pelo SproutSocial com base na quantidade de usuários ativos por dia e horário:

O maior índice de usuários ativos é justamente próximo ao horário de almoço, durante a semana. Por isso, o melhor horário para postar no Facebook é de segunda a sexta-feira, entre as 11h e as 14h.

No entanto, uma alternativa interessante é fazer o caminho inverso: que tal experimentar postar fora do horário de pico, evitando o bombardeamento de publicações das marcas concorrentes e garantindo que a sua marca seja notada?

Instagram

Como dito anteriormente, o Instagram é uma rede social jovem, com forte apelo visual. O aplicativo, ao contrário do Facebook, é feito essencialmente para dispositivos móveis. Isso significa que pode ser aberto durante todo o dia, em qualquer momento. Dessa maneira, o Instagram não possui um melhor horário para publicação, mas sim possibilidades interessantes. Confira a tabela feita pelo SproutSocial:

Podemos observar que, incrivelmente, um dos horários de pico de usuários ativos no Instagram é durante a madrugada. Além disso, também nota-se que no final da tarde o número de usuários ativos é alto, provavelmente porque utilizam a rede social como uma maneira de distração.

Afinal, qual o melhor horário?

Como você pode compreender ao longo do artigo, o melhor horário não existe, mas sim diversas opções. Apesar disso, preparamos para você uma lista com as melhores opções de horário para publicar no Instagram e no Facebook. Confira:

Se você quer publicar no Facebook…

  • Publique de segunda a sexta-feira, das 12h às 14h
  • Tente de quarta a sexta-feira, às 15h
  • Evite publicar no final de semana

Se você quer publicar no Instagram…

  • Publique todos os dias entre segunda e sexta-feira, às 17h
  • Se aventure pela madrugada, de segunda a sexta, às 2h
  • Assim como no Facebook, evite postar de sábado e domingo